segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Por que Deus se fez carne
Foi isso o que Deus fez quando nasceu no mundo encarnado em Jesus Cristo, a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade. Procurou o nosso amor sem nos esmagar com a majestade da visão beatífica (que não está ao nosso alcance nesse mundo, apenas no mundo que há por vir), mas pela condescendência em relacionar-se conosco no nosso nível, assumindo a natureza humana e tomando carne humana.
Pensamento do filósofo Soren Kierkegaard.
Progredir em Deus
Na vida temos de seguir uma estrela. Um ideal. Um projeto de vida. Um modelo de santidade. Esta é a estrela que brilha em nós em nosso céu azul. E temos de segui-la apesar de todos os sacrifícios que ela impõe.
Jesus nos espera no final.
Ariel Álvares Valdés
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Código de conduta
Que o amor de vocês seja sem hipocrisia, detestem o mal e apeguem-se ao bem.
O amor seja fraterno.
Sejam carinhosos uns com os outros.
Rivalizem-se na mútua estima, nada de preguiça.
Sejam fervorosos em espírito.
Sirvam ao Senhor.
Sejam alegres na esperança, pacientes na hora difícil e perseverantes na oração.
Sejam solidários com os outros em suas necessidades e melhorem cada dia na prática da hospitalidade.
Não se deixem levar pela mania de grandeza.
Sejam simples e modestos.
Vivam em harmonia uns com os outros.
Não paguem o mal com o mal.
Preocupem-se em fazer o bem a todo mundo.
Não se vinguem.
Nem façam justiça com as próprias mãos.
Deixem Deus cuidar disso.
Dêem de beber e comer.
E visitem até seus inimigos.
Vençam o mal com o bem.
No que depender de vocês,
vivam em harmonia e em paz com todo mundo
e com a natureza!
quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Desejo x Deus
Rabino Nilton Bonder
sexta-feira, 5 de março de 2010
Felicidade nas coisas simples
Alguns pensam que a felicidade está em coisas distantes e complexas. Outros percebem sua presença em coisas simples e pequenas. Talvez sejam classificados de ingênuos ou, até mesmo, de tolos... Quem sabe, estes são os verdadeiros sábios, pois Jesus disse: “Bem-aventurados os simples de coração porque deles é o Reino dos Céus” (Mt 5, 3).
Pare de buscar a felicidade longe de você, em metas inatingíveis. A verdadeira felicidade mora dentro de você mesmo. O Espírito Santo faz morada em nosso ser, e Ele, revela a nós a vontade de Deus que haverá de nos realizar plenamente... Então decida ser feliz hoje em cada pequena ação que você for realizar!
Frei Paulo Sérgio de Souza, OFM
quinta-feira, 4 de março de 2010
Espiritualidade de cima e de baixo
por Anselm Grüm
Existem duas correntes na história da espiritualidade, entre outras. Existe uma espiritualidade de cima e uma espiritualidade de baixo.
A espiritualidade de cima começa pelos ideais que nós nos impomos. Parte das metas que o homem deve alcançar através da ascese e da oração. Os ideais que levam a isto são obtidos do estudo da Sagrada Escritura, da doutrina moral da Igreja e da idéia que o homem faz de si mesmo. A pergunta básica desta espiritualidade de cima é: Como deve ser o cristão? Que é que o cristão deve fazer? Que atitudes deve ele assimilar? A espiritualidade de cima nasce do anseio do homem de tornar-se sempre melhor, por subir sempre mais alto, por chegar cada vez mais perto de Deus. A psicologia moderna vê com bastante ceticismo esta forma de espiritualidade, porque com ela o homem corre o riso de ficar interiormente dividido. Quem se identifica com seus próprios ideais, freqüentemente reprime sua própria realidade, se ela não estiver em harmonia com estes ideais e assim, o homem fica interiormente dividido e enfermo.
A espiritualidade de baixo significa que Deus não nos fala unicamente através da Bíblia e da Igreja, mas também através de nós mesmos, daquilo que nós pensamos e sentimos, através de nosso corpo, de nossos sonhos, e ainda através de nossas feridas e de nossas supostas fraquezas. Essa espiritualidade de baixo está na clássica frase: "Se queres chegar ao conhecimento de Deus, trata de antes conhecer-te a ti mesmo". O subir até Deus passa pelo descer até a própria realidade e pelo chegar às profundezas do inconsciente. A espiritualidade de baixo não vê o caminho para Deus como uma estrada de mão única que nos leva sempre em frente, em direção a Deus. Pelo contrário, o caminho para Deus passa por erros e rodeios, pelo fracasso e pela decepção consigo mesmo. O que me abre para Deus não é, em primeiro lugar, a minha virtude, mas, sim, minha fraqueza, minha incapacidade, ou mesmo o meu pecado.
Na espiritualidade de baixo, entretanto, não se trata apenas de ouvir a voz de Deus naquilo que eu penso e sinto, nas minhas paixões e enfermidades, e de assim descobrir a imagem que Deus fez de mim. Também não se trata apenas de subir a Deus descendo a minha realidade. Trata-se, antes, na espiritualidade de baixo, de que, ao chegar ao fim de nossas possibilidades, nós estejamos abertos a uma relação pessoal com Deus. A verdadeira oração, dizem os monges, surge do mais profundo de nossa miséria, e não das nossas virtudes.
A espiritualidade de baixo é o caminho da humildade... Não devemos entender a humildade como uma virtude que nós mesmos sejamos capazes de conquistar, para isso bastando que "nos humilhemos" e nos rebaixemos. A humildade é, em primeira linha, uma virtude social... a palavra latina humilitas está relacionada com humus, com terra. A humildade, portanto, é o reconciliar-nos com nossa condição terrena, com o peso que nos puxa para baixo, com o mundo de nossos instintos, com o nosso lado sombrio. A humildade é a coragem de aceitar a verdade sobre si mesmo.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Sobre o Pai Nosso
terça-feira, 2 de março de 2010
Sobre os benefícios da oração
Anselm Grun
segunda-feira, 1 de março de 2010
Contra as paixões
Anselm Grun
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Pessoa repleta de Deus
Anselm Grun
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Chegar a Deus
Anselm Grun
domingo, 3 de janeiro de 2010
Ser oração
Não é só rezar sempre, mas ser oração – Arcebispo Van Thuan
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
O Tudo é Uma Coisa Só
"Porque eu tinha irmão, tinha irmã, tinha eh...eh...primas,
primos, prima... tudo junto...né?
tudo assim que nem nois ta aqui agora..."
Tem horas que a gente se pergunta
Por que é que não se junta tudo numa coisa só?
Boneca, panela, chinelo, carro, o nó que eu desamarro
Surge pra me dar um nó
Você aparece de repente e coloca em minha frente dúvida maior
Se tudo que eu preciso se parece
Por que é que não se junta tudo numa coisa só?
Balaiode domingo eu não saio
De bambu e corda... so se for pra rezarLuz... no cabelo e nos olhos
No sorriso do justo feito pra iluminar
Cruz... na parede e no púlpito
Nas nossas costas de súbito
Pesadas pra se carregar
Porta, abre e fecha o caminho
O balaio eu carrego sozinho e ilumino esta cruz com meu jeito de andar... porque!!
Tem horas que a gente se pergunta
Por que é que não se junta tudo numa coisa só?
"A gente fica meio... meio desencontrado do que a gente é... né?
... se abusá não da nem tempo de aprende as coisa"
mãe, primo, pai, avo, padrinho, zelador juiz, vizinho,
tio, cunhado, irmão, avó
família é um assunto complicadoquem não gosta mora ao lado e o mais velho mora só
Pois traga um colchão aqui pra salapor que é que não se junta tudo numa coisa só?
Poeta, ouvidor, desenhista, musico, malabarista...
comediante o que for
Todo mundo procura um lugar, pra poder compartilhar...
da dor e da alegria
Sarau em Arcoverde só de sexta venho aqui reivindicar eu quero isso todo dia
Sarau na Arcoverde só de sexta venho aqui reivindicar eu quero isso todo dia
"para os manos daqui... para os manos de lá!"
Tem horas que a gente se pergunta
Por que é que não se junta tudo numa coisa só?
Católico, evangélico, budista, macumbeiro, corintiano,
espírita ou ateu
Todo mundo busca a paz interna tamo aqui pra ser lanterna...
foi assim que ele escreveu
Palavras e palavras e palavrase ainda acham que o deus do outro não pode ser meu
Quando juntarmos... você comigo... Cordão umbilical e umbigo
A gente vai ser só um
E até lá eu não vou caminhar mais sozinho
O distante será meu vizinho... e o tempo será... A hora que eu quiser!! Oras!! Oras!!
Tem horas que a gente se pergunta
Por que é que não se junta tudo numa coisa só?
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Qual a melhor religião? Uma pergunta intrigante de Leonardo Boff ao Dalai Lama

Copiei esse post do blog do meu amigo Leandro Nazareth (http://leandronazareth.blogspot.com).
Esse episódio o próprio Leonardo Boff explica:
"No intervalo de uma mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos, na qual ambos (eu e o Dalai Lama) participávamos, eu, maliciosamente, mas também com interesse teológico, lhe perguntei em meu inglês capenga":
"Santidade, qual é a melhor religião?"
Esperava que ele dissesse:
"É o budismo tibetano" ou "São as religiões orientais, muito mais antigas do que o cristianismo".
O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, me olhou bem nos olhos o que me desconcertou um pouco, porque eu sabia da malícia
contida na pergunta e afirmou:
"A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus, do Infinito".
E continuou:
"É aquela que te faz melhor".
Para sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, voltei a perguntar:
"O que me faz melhor?"
Respondeu ele:
"Aquilo que te faz mais compassivo, aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais responsável...Mais ético... A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião..."
"E aí senti a ressonância tibetana, budista, taoísta de sua resposta. Calei, maravilhado, e até os dias de hoje estou ruminando sua resposta sábia e irrefutável..." concluiu Leonardo Boff.