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terça-feira, 20 de março de 2012

Amar a vida

" A não ser que você ame, a vida passará rápido demais"

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Religião, regras e amor

Cristo convida-no a renovar o espírito,torná-lo mais alegre e não nos prender ao legalismo nas práticas religiosas,pois sua doutrina é o amor.

Porquê tanta gente prega e aceita uma imagem de Deus baseado no medo/temor? Talvez porque obediência dá falsa sensação de segurança.

sábado, 25 de dezembro de 2010

quinta-feira, 27 de maio de 2010

A coragem do amor que dura

CONTARDO CALLIGARIS
Folha de SP, 27/05/2010.

Quando amo, consigo olhar o mundo por duas janelas que não se confundem, a minha e a do ser amado

PROLONGANDO MINHAS observações da semana passada sobre "Quincas Berro d'Água", vários leitores e leitoras observaram que a literatura e o cinema, em geral, glorificam a coragem de quem, um belo dia, chuta o balde e vai embora.

E como ficam os que passam a vida inteira deslocando o balde para estancar as goteiras? Será que eles são todos covardes e acomodados?

É inegável: nossa cultura idealiza a ruptura, a aventura, a saída para o mar aberto. Em matéria amorosa, o momento que preferimos contar é a hora do apaixonamento.

Depois disso, gostamos de imaginar que "eles viveram felizes para sempre", mas sem entrar em detalhes que poderiam transformar a história numa farsa.

Uma boa solução, aliás, é que os amantes morram logo. O sumiço (de ambos ou de um dos dois) evita que a comédia da vida que levariam juntos contamine a apoteose do encontro inicial. Os amantes ideais são os que não duraram no tempo: Romeu e Julieta, o jovem Werther e Charlotte, Tristão e Isolda.

Concluir o quê? Que a coragem é sempre a de quem deixa a mornidão de seu conforto para se queimar num instante de paixão? Será que não pode haver coragem nos esforços para que o amor dure?

É óbvio que a duração não é um valor em si: uma relação pode durar a vida inteira e ser uma longa e insulsa experiência repetitiva, sem amor algum. Mas, inversamente, será que as paixões-relâmpago são amores? Enfim, seria útil dispor de uma definição do amor.

Justamente, li nestes dias um livro que me tocou, "Éloge de l'Amour" (elogio do amor, Flammarion 2009, ainda não traduzido para o português), de Alain Badiou; é a transcrição de uma breve entrevista do filósofo francês.

Nela, inevitavelmente, Badiou constata que, em nossa cultura, a visão dominante do amor é a de uma espécie de "heroísmo da fusão" dos amantes, que, uma vez consumidos por sua paixão, podem sair de cena (para não se tornar ridículos) ou sair do mundo e morrer (para se tornar sublimes).

Contra essa visão, Badiou define o amor mais como um percurso do que como um acontecimento: segundo ele, o amor precisa durar um tempo porque é "uma construção".

Confesso que fiquei com medo de que o filósofo nos propusesse amores tagarelas, em que os amantes não parariam de discutir a relação (claro, para construí-la). Por sorte, não se trata disso. Então, o que constroem os amantes?

Geralmente, explica Badiou, minha experiência do mundo é organizada por minha vontade de sobreviver e por meu interesse particular: vejo o mundo só de minha janela.

Certo, ao redor de mim, há muitos outros de quem gosto e aos quais reconheço o direito de também sobreviver e promover seus interesses.

Mas o fato de eu respeitar esses meus semelhantes não muda em nada meu ângulo de visão. É só quando amo que consigo olhar, ao mesmo tempo, por duas janelas que não se confundem, a minha e a de meu amado. A estranha experiência ótica faz com que os amantes reconstruam o mundo, enxergando coisas que ficam escondidas para quem só sabe olhar por uma janela.

Entende-se que o amor assim definido exija tempo. Quanto tempo? Um mês, um ano, uma vida, tanto faz. Consumir-se na paixão pode ser rápido, mas reinventar o mundo a dois é uma tarefa de fôlego.

O amor segundo Badiou, em suma, é uma aventura, mas que precisa ser obstinada: "Abandonar a empreitada ao primeiro obstáculo, à primeira divergência séria ou aos primeiros problemas é uma desfiguração do amor. Um amor verdadeiro é o que triunfa duravelmente, às vezes duramente, dos obstáculos que o espaço, o mundo e o tempo lhe propõem".

Você aprecia a definição, mas a acha um pouco abstrata? Gostaria da história de um amor que dura e se obstina sem se tornar pesadelo ou farsa? Pois bem, acabo de ler um texto comovedor, bonito e capaz de ilustrar e explicar perfeitamente as palavras de Badiou.

Em "Amar o Que É: Um Casamento Transformado" (Objetiva), Alix Kates Shulman conta como ela e Scott, o marido, reinventaram o mundo, a dois, obstinadamente, depois de um acidente que precipitou Scott numa forma de demência.

Há momentos difíceis, sacrifícios e durezas, mas, curiosamente, o relato não chega nunca a ser triste porque se trata de uma extraordinária história de amor.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Código de conduta

Paulo aos romanos 12, 9-21

Que o amor de vocês seja sem hipocrisia, detestem o mal e apeguem-se ao bem.
O amor seja fraterno.
Sejam carinhosos uns com os outros.
Rivalizem-se na mútua estima, nada de preguiça.
Sejam fervorosos em espírito.
Sirvam ao Senhor.
Sejam alegres na esperança, pacientes na hora difícil e perseverantes na oração.
Sejam solidários com os outros em suas necessidades e melhorem cada dia na prática da hospitalidade.
Não se deixem levar pela mania de grandeza.
Sejam simples e modestos.
Vivam em harmonia uns com os outros.
Não paguem o mal com o mal.
Preocupem-se em fazer o bem a todo mundo.
Não se vinguem.
Nem façam justiça com as próprias mãos.
Deixem Deus cuidar disso.
Dêem de beber e comer.
E visitem até seus inimigos.
Vençam o mal com o bem.
No que depender de vocês,
vivam em harmonia e em paz com todo mundo
e com a natureza!

terça-feira, 4 de maio de 2010

O amor na bíblia

1Corínthios 13, 1-7

1.    Se eu falasse as línguas dos homens e as dos anjos, mas não tivesse amor, eu seria como um bronze que soa ou um címbalo que retine.    
2.    Se eu tivesse o dom da profecia, se conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, se tivesse toda a fé, a ponto de remover montanhas, mas não tivesse amor, eu nada seria.    
3.    Se eu gastasse todos os meus bens no sustento dos pobres e até me entregasse como escravo, para me gloriar, mas não tivesse amor, de nada me aproveitaria.    
4.    O amor é paciente, é benfazejo; não é invejoso, não é presunçoso nem se incha de orgulho;    
5.    não faz nada de vergonhoso, não é interesseiro, não se encoleriza, não leva em conta o mal sofrido;    
6.    não se alegra com a injustiça, mas fica alegre com a verdade.    
7.    Ele desculpa tudo, crê tudo, espera tudo, suporta tudo.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Amor é comportar-se

Amor é mais do que sentimento é um modo de comportar-se.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

As três dimenções do amor

Os gregos fazem três distinções da palavra amor: eros, filia e ágape.

Eros – É o amor carnal. Atinge o apecto físicp. É o amor que atrai homem e mulher. É , o amor cheio de paixão de que falam as canções.
Filia – É o amor de amizade. É o amor que nãp monopoliza o outro. Envolve mútuo interesse, é a complementação recíproca, o companheirismo, a amizade, o enriquecimento de ambos. A alegria de viver com o outro.
Ágape – É o amor divino, o amor puro, leal e sincero. É um bem-querer de coração não só ao amigo mas a todas as pessoas. É o amor de Deus por nós e o nosso amor por Deus. P ágape não quer nada dos outros nem de Deus. É o amor caridade.

Anselm Grun

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Pessoa repleta de Deus

A proximidade de uma pessoa repleta de Deus também nos leva a Deus. Na irradiação dessa pessoa, pressentimos algo da luz e do amor de Deus que nos ilumina através dessas pessoas.

Anselm Grun

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Parte do amor

Sempre fazem parte do amor duas coisas: ser atraído pela outra pessoa e ansiar por fundir-me com ela e, ao mesmo tempo, saber que eu tenho de permanecer eu mesmo.

Anselm Grun

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Não me ama mais!

Amar é uma atitude em favor do outro

Quanta angústia e até desespero quando se ouve do outro: “Não gosto mais de você!” O gostar é um sentimento. Nossos sentimentos podem mudar de um minuto a outro. Por exemplo, posso estar muito feliz, porém, se de repente recebo uma notícia ruim, torno-me muito triste. Meu sentimento, que era de alegria, agora é de tristeza. Mudou em segundos. Se o amor for apenas um sentimento, então, ele é frágil e pode mudar ou acabar de uma hora para outra.

Amor é muito mais que um sentimento. Amar é um ato. Uma atitude em favor do outro. Em I Coríntios 13, 5 diz: “O amor não busca os seus próprios interesses”. Ama aquele que não procura os seus interesses, mas, os do outro. Amar é uma ação, um movimento em favor e em direção ao outro. Amar é uma atitude que alguém toma em favor e em direção ao outro, sem nada esperar, cobrar e exigir (assim é o amor de Deus por nós: incondicional e desinteressado). Amar é uma atitude que precisa ser renovada todo dia e a todo instante.

Assim, se alguém não me ama hoje, se não está disposto a me amar hoje, poderá me amar amanhã. Da mesma forma, se eu não amo alguém, hoje, posso amá-lo amanhã. Se não amava os pobres, os moradores de rua, posso começar a amá-los.

Pais que não amavam um filho podem começar a amá-lo. Se você já não ama alguém, pode voltar a amá-lo no momento em que se decidir a tal. Tampouco existe amor não correspondido. Ele nunca depende do outro, apenas de quem se dispõe a amar.

O sentimento pode mudar como o vento, mas “ o amor jamais acabará” (I Cor 3,8).

05/01/2010 - Site Canção Nova - Padre Alir Sanagiotto, SCJ

sábado, 2 de janeiro de 2010

Atividades e amor

O que importa não é a quantidade de nossas atividades, mas a intensidade de amor que colocamos em cada ação.

Madre Teresa de Calcutá

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Sobre amar o mundo

O mundo é de quem mais o ama e melhor sabe dar prova disso.

Autor desconhecido

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Amor feinho

Adélia Prado

Eu quero amor feinho.
Amor feinho não olha um pro outro.
Uma vez encontrado, é igual fé,
não teologa mais.
Duro de forte, o amor feinho é magro, doido por sexo
e filhos tem os quantos haja.
Tudo que não fala, faz.
Planta beijo de três cores ao redor da casa
e saudade roxa e branca,
da comum e da dobrada.
Amor feinho é bom porque não fica velho.
Cuida do essencial; o que brilha nos olhos é o que é:
eu sou homem você é mulher.
Amor feinho não tem ilusão,
o que ele tem é esperança:
eu quero amor feinho.

sábado, 19 de setembro de 2009

Amor

Fonte: Folha de São Paulo, 18/09/2009
Autor: Adão Iturrusgarai

terça-feira, 23 de junho de 2009

Sobre o amor

A forma como tenho pensado acerca do amor não nos permite falar em amor por si mesmo. Isso porque ele acontece sempre em condições interpessoais. O amor corresponde ao sentimento que temos por aquela pessoa cuja presença provoca em nós a adorável sensação de paz e aconchego. A primeira manifestação desse sentimento corresponde ao que acontece entre mãe e filho, talvez ainda durante a vida intra-uterina, mas, certamente, a partir do nascimento: a criança, desamparada e ameaçada por desconfortos de todo o tipo, se sente bem e aconchegada pela presença física da mãe e a ama; esta, por sua vez, sente enorme prazer em estar com seu bebê no colo e sente por ele enorme amor justamente porque ela também se sente aconchegada por ele. - Flávio Gikovate

domingo, 7 de junho de 2009

O amor é o maior de todos os artesanatos

O amor é o maior de todos os artesanatos. Não amamos da noite para o dia. Amor é construção que requer empenho, assim como a trama dos teares requer demora na escolha das linhas e das cores. - Padre Fábio de Melo.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Supremacia da felicidade

"A suprema felicidade da vida é a convicção de ser amado por aquilo que você é; ou, mais corretamente, de ser amado apesar daquilo que você é." - Victor Hugo

Viver sem amar

"Viver sem amar não é realmente viver." - Molière

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

As cinco linguagens do amor

- Palavras de afirmação
- Tempo de qualidade
- Presentes
- Atos de serviço
- Toque físico

Extraído do livro As Cinco Linguagens do Amor de Gary Chapman